2008-09-11

2008 08 13 - Museu do Louvre, parte 2

SETOR EGÍPCIO


Aqui, os campeöes de quebra säo os narizes. Säo várias delas assim.






Tumba por dentro,



Tumba por fora. E múmias observando. Eu apareci nesta foto da Déborah por acidente. Marcia fazia outra foto de mim com uma tabuleta no fundo (abaixo).





Marcia querendo ser múmia. Começou bem, escolheu a companhia certa.



Nem só de sarcófagos e esfinges viveu o Egito. Há psicodélicos, surrealistas...








Família que dorme unida, vai pro museu unida.



Ops, essa é múmia mesmo.




Olhe o detalhe, em foto da Déborah. Vai que ela se mexe...




Como qualquer um pode ver, esta mensagem quer dizer, em poucas palavras:
$%$%& ^*(*( (&*())__) (<<*(( ?? ?><>>






O Egito também tinha ogros!



Uau, que susto... Cheguei a pensar que estava vendo a primeira ave com genitália de mamífero da História.



Os gatinhos e gatinhas também eram enfaixados.









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Na pausa para o café, um ponto negativo: a lanchonete do setor Richelieu näo tem um painel no alto com os produtos e preços, nem cardápios de mäo pra se consultar, enquanto se está na fila. Juntaram as duas coisas numa só - um cardápio de mäo grudado na parede... Percebi que as filas andavam devagar porque cada cliente tinha que ver, pensar, decidir, escolher, esperar o que pediu e pagar somente quando chegava sua vez. Desistimos de comer dentro do Museu.


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OS QUARTOS DE NAPOLEÄO

Esta parte da mansäo é a origem do Museu do Louvre. Säo muitos, muitos quartos. É assim: você pensa que acabou, há mais um. Depois de tentar várias, muitas, infinitas vezes, pensar que acabou, você resolve apostar que há mais um. É quando acaba.












Acabou - o Louvre, mas näo Paris. Próxima postagem: Rio Sena e Catedral Saint Sulpice.



2008-09-09

2008 08 13 - Museu do Louvre - parte 1





O testemunho: a mais procurada é esta aqui. As obras podem ser fotografadas e filmadas, graças à proteção de um vidro especial.



Ficamos 3 horas lá dentro, e não vimos tudo. Mas vi o bastante. Não apenas as peças de museu em si, mas a estrutura, medieval por fora, moderna por dentro, e megalomaníaca em ambos. Muita gente, nenhum problema. Como na Torre Eiffel, escutamos alguns brasileiros e raríssimos portugueses. Aliás, nossa língua não tem moral, no Louvre. O folder explicativo do museu é distribuído em 15 línguas, mais ou menos. Algumas orientais. Mas em Português, não há.



Tá pensando que só a Torre é grande?!? E olhe que essa é a porta dos fundos...


Para facilitar o entendimento, peguei essa imagem em http://www.bjrgallery.com/workshops/louvre.gif. Entramos pelo lado direito.






Uma geral do Pavilhão de l'Horhoge. No mapa, fica à direita.




Este é o Pavilhão Richelieu, onde morou Napoleão. Mostrarei isso mais adiante.



Déborah divertiu-se com a água.





Uma panorâmica: muita gente e ônibus turísticos.






Fila de entrada, que é pela pirâmide.




Vamos nós, escada rolante abaixo!





Comprando os ingressos.




Essa é a primeira famosa do pedaço. Em termos, porque não sei o nome ahahahahahah





Corredor das obras italianas, que nos levará a...





...uma senhora bastante procurada...




...que dispensa apresentações...




...e que faz o quadro da parede oposta parecer que não está lá. Repare que a multidão de fora do quadro se mistura com a que está nele.





Este é o teto na entrada do pavilhão grego.





Não sei porquê, mas escolheram um busto meio destruído pra colocar na entrada. Talvez como símbolo do que os visitantes verão.



Isso mesmo: muitas obras estão quebradas.





Esta aqui serviria bem no Palácio do Planalto: todos sem cabeça.




A maneta mais cobiçada do mundo.





Dois atletas.





Estátuas romanas. Nesta foto e na seguinte.








Seguimos com o Louvre, na próxima postagem.




2008-09-04

2008 08 13 - Faltou o corcunda




Nosso segundo dia em Paris começou com visita à Catedral de Notre Dame. A fila para o acesso ao andar de cima, a exemplo do que encontramos na Torre Eiffel, era grande. Desta vez não encaramos, pois o tempo era curto e queríamos ver outras coisas, ainda. Contentamo-nos em andar pelo térreo, e isso já é muito. A parte externa é rica em detalhes, e a igreja é bem grande e cheia de coisas pra se ver, por dentro. Chegamos no momento em que se celebrava uma missa. Curiosamente, havia mais turistas que fiéis...



O segundo piso fica na base das quatro janelas compridas. Creio que a altura deve equivaler a 6 ou 7 andares de um edifício.


Detalhes arquitetônicos: dá pra ficar um bom tempo procurando e contemplando.







Cartaz na porta de entrada, convidando para uma exposição de arte.




Horário de missa, mas pouca gente para assistir. Esta aqui é só a parte da frente da igreja. Atrás do altar dos padres, há muito mais.




Esse corredor está logo após o altar, à direita.




Aqui, estamos contornando a parte do fundo, que é em semi-círculo.



Confessionário moderníssimo! Com portas de vidro. Repare que o padre está lá sentadinho, esperando algum pecador. Ah, seu padre... Eu não falo Francês, e nem teria tempo pra contar tudo.




Esculturas como esta ficam na parte de trás, que é uma espécie de museu.




Miniatura em madeira.




Aqui, outra maquete, retratando os tempos da construção.




Moedas de Notre Dame: o ingênuo aqui chegou a pensar que as máquinas seriam para trocar euros quaisquer por euros relativos à catedral. Sim, é vero: quem quiser, insere uma moeda de 2 euros e vem outra... que só tem valor simbólico.




Imagens da lateral.








Bem no meio da foto, um gárgula. Um dos muitos.




Um motoqueiro exótico. Ou "Como conseguir chamar muita atenção para si, mesmo estando em frente a um dos pontos turísticos mais famosos do mundo". Ele até faz pose para as fotos.


Próxima parada, onde não se fica parado: Museu do Louvre.