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2008-09-21

2008 08 14 - Paris, Hôtel des Invalides




Este é o lugar onde está sepultado Napoleão. Ou melhor, Napoleões. O pai do Bonaparte também está aqui. Só agora fui saber (pois se vi isso algum dia, não guardei) que o mais famoso é o Napoleão II. O local não se limita à torre da foto acima, pois há um museu anexo. Só que, devido à falta de tempo, visitamos só o interior da torre. Ah, Hôtel não significa apenas hotel, em Francês, mas também palácio. E é "dos Inválidos" pois foi construído como abrigo para quem ficou nessa condição naqueles tempos de guerra.
Para saber mais: http://pt.wikipedia.org/wiki/H%C3%B4tel_des_Invalides




Esta praça fica em frente ao Hôtel.




O túmulo de alguns ângulos: por cima, e mostrando parte do espaço circular onde ele fica. Atrás das estátuas, um corredor cheio de esculturas na parede.



Esta restauradora copiava num papel os desenhos do piso. O lugar estava em reforma. Ainda deve estar.



Visto agora do piso de baixo, com o altar do andar de cima ao fundo. Na beira da mureta branca, Marcia e Déborah.



Detalhe de uma das estátuas que "vigiam" o túmulo.



Assim são as esculturas nas paredes do corredor.



Uma geral do altar,



outra do teto bem acima do túmulo.



Aqui fica o pai do Bonaparte, Napoleão I.


Ih, deixe-me pesquisar... Um instante, por favor...
Pronto: este aqui é o túmulo de Ferninand Foch.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ferdinand_Foch



Napoleanca de Neve.



Vai um ourozinho aí? Quanto será que vale esta porta?



Não é a foto que ficou amarelada. As bandeiras atrás da janela devem ter vindo de alguma guerra.



Um uniforme que não sai de moda.



Resposta do "Onde estou eu", que coloquei na postagem do Jardim de Luxemburgo.


Paris, Post Scriptum: umas coisinhas extras, pra encerrar


Em cima e embaixo, duas paisagens. Na de cima, à esquerda, Hotel des Invalides e Torre Eiffel.




Teatro-ópera Odeon.



Marcia passeando na rua certa. Vejam na placa azul, na parede.




Ok, eu mostro com close...




Essa foi boa: vimos uma indicação para Marché Saint Germany e pensamos: deve ser um mercado de rua. Foi frustrante, pois é um shopping center... De qualquer modo, serviu para o nosso almoço à base de baguete recheada. Fomos bem-atendidos e o lugar é bonito e arejado.



Tickets dos lugares por onde passamos: Torre Eiffel, Palácio dos Inválidos, Polícia (quando do roubo da minha carteira), Hotel Ibis (onde nos hospedamos e recomendo) e o preto é o envelope com o cartão de transporte válido pra três dias. Com ele, pode-se usar metrô e ônibus à vontade.




Mapa da cidade. Bacana, a capa: uma mulher de perfil com a Eiffel amarrada na cabeça. A fita tem as cores da bandeira francesa.



Para o pessoal da minha área, design: madeira pintada de bege com letras em baixo relevo na cor natural da madeira e uma placa de vidro recobrindo.


Outdoor na escadaria do metrô acompanhando a inclinação. Pra quem cria o cartaz, um formato bastante incomum.



Jantar no trem de volta à Alemanha: bem mais barato que em Paris, e já ansiávamos por uma refeição com prato e talheres.



Um abraço do tamanho desta rua pra vocês. Grato por acompanharem meu blog.


Próximo passeio: Oktoberfest, Munique.



2008-09-18

2008 08 13/14 - Rio Sena e Catedral St. Sulpice



No final da tarde do segundo dia, fomos encarar um bateau, sem medo de que virasse Mouche. Boa oportunidade para pegar vento e fazer fotos. Uma locução gravada em três línguas - Francês, Inglês e Alemão - conta o que vemos no percurso.








Aqui, o Sena vira dois e se reencontra mais adiante. É a ponta leste da ilha. Vejam em http://www.devinci.fr/ri/incoming/Liens/paris.gif, onde está escrito Notre-Dame.



Evento cultural acontecendo na universidade, á beira-rio.



O entardecer deu a chance de fazer fotos legais.





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CATEDRAL ST. SULPICE


Não é só Nodre Dame que impressiona pelo tamanho. Esta aqui também é grandinha, assim como os guindastes que fazem a reforma. Fica no Quartier Latin, Bairro Latino.


Fonte frontal à igreja. Desculpe a aliteração.



Abaixo: fotos do interior da catedral.







A seguir, Jardim de Luxemburgo. Paris tem muita coisa...


2008 08 14 - Paris, Jardim de Luxemburgo



O jardim pertencia a uma família real (que novidade!) no século 16, os Medicis. Hoje, é a sede do Senado francês. Se o lugar tem influência na atuação dos políticos locais, então a França vai bem de senadores, obrigado.




Este palácio é a sede do Senado.



Mapa do jardim. Entramos pela direita - como no Louvre, mas isso é apenas coincidência, e não, tendência política.



As ruas internas são bem largas... Seria o trânsito de carruagens muito intenso, há 400 anos?



Indefectíveis estátuas. Existe um lugar desse tipo na Europa que não tenha uma dúzia delas? eheheheheheh




Chegando ao centro do parque. Ao fundo, um dos raros arranha-céus (alemanês: arranha-céu = Wolkenkratzer).




Cadeiras ao redor do gramado. Ninguém leva embora.




Esta fonte foi construída em homenagem a um dos membros da família... Quando eu morrer, não precisam fazer tanto por mim.




Onde está Wally... ou melhor, o Zé Elias? Clique para ampliar e procurar. Resposta na próxima postagem.



Encerro Paris na próxima, com o Hotel des Invalides, onde está o túmulo de Napoleão.





2008-09-11

2008 08 13 - Museu do Louvre, parte 2

SETOR EGÍPCIO


Aqui, os campeöes de quebra säo os narizes. Säo várias delas assim.






Tumba por dentro,



Tumba por fora. E múmias observando. Eu apareci nesta foto da Déborah por acidente. Marcia fazia outra foto de mim com uma tabuleta no fundo (abaixo).





Marcia querendo ser múmia. Começou bem, escolheu a companhia certa.



Nem só de sarcófagos e esfinges viveu o Egito. Há psicodélicos, surrealistas...








Família que dorme unida, vai pro museu unida.



Ops, essa é múmia mesmo.




Olhe o detalhe, em foto da Déborah. Vai que ela se mexe...




Como qualquer um pode ver, esta mensagem quer dizer, em poucas palavras:
$%$%& ^*(*( (&*())__) (<<*(( ?? ?><>>






O Egito também tinha ogros!



Uau, que susto... Cheguei a pensar que estava vendo a primeira ave com genitália de mamífero da História.



Os gatinhos e gatinhas também eram enfaixados.









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Na pausa para o café, um ponto negativo: a lanchonete do setor Richelieu näo tem um painel no alto com os produtos e preços, nem cardápios de mäo pra se consultar, enquanto se está na fila. Juntaram as duas coisas numa só - um cardápio de mäo grudado na parede... Percebi que as filas andavam devagar porque cada cliente tinha que ver, pensar, decidir, escolher, esperar o que pediu e pagar somente quando chegava sua vez. Desistimos de comer dentro do Museu.


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OS QUARTOS DE NAPOLEÄO

Esta parte da mansäo é a origem do Museu do Louvre. Säo muitos, muitos quartos. É assim: você pensa que acabou, há mais um. Depois de tentar várias, muitas, infinitas vezes, pensar que acabou, você resolve apostar que há mais um. É quando acaba.












Acabou - o Louvre, mas näo Paris. Próxima postagem: Rio Sena e Catedral Saint Sulpice.